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Landing page genérica não vende imóvel de R$2M+. Cada scroll precisa justificar o padrão do produto: catálogo antes da explicação, animação como argumento, não decoração.
Esly Barbosa
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Portfólio
Seleção de sites e protótipos. Em breve, novos cases e categorias.
Landing page genérica não vende imóvel de R$2M+. Cada scroll precisa justificar o padrão do produto: catálogo antes da explicação, animação como argumento, não decoração.
Energia solar é decisão de investimento, não só produto técnico. O protótipo parte de uma pergunta: o que o usuário precisa saber, e em que ordem, para confiar e pedir orçamento?
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Landing page · Estudo
O problema: uma landing page genérica não vende imóvel de R$2M+. O público que busca esse tipo de produto já viu dezenas de sites de arquitetura iguais: mesma grid, mesmo carrossel, mesma promessa vaga de "exclusividade".
A decisão não foi "fazer uma página bonita". Foi entender que cada segundo de scroll precisava justificar o padrão do produto. Isso definiu o ritmo da animação (fluida, não decorativa), a ordem do catálogo de projetos (mostrar antes de explicar) e a cadência da página inteira.
O que eu mediria
Em produção, acompanharia conversão do formulário de contato e profundidade de scroll até o catálogo: métricas que guiaram a ordem e o ritmo da página.
Protótipo Figma · Estudo
O problema não era falta de design, era falta de clareza. Energia solar é uma decisão de investimento, e o público (residencial e corporativo) precisa entender valor e retorno antes de qualquer detalhe técnico.
O protótipo no Figma foi construído em torno de uma pergunta única: o que essa pessoa precisa saber, e em que ordem, para confiar o suficiente e pedir um orçamento? Essa pergunta guiou toda a hierarquia de informação, da estrutura visual ao texto de cada seção.
O que eu mediria
Em produção, acompanharia taxa de conversão do formulário e tempo até a primeira interação: métricas que guiaram as decisões de estrutura da página.
Front-end · Estudo
Interfaces responsivas isoladas resolvem problema de tela. Não resolvem problema de escala. O desafio foi construir componentes que outros desenvolvedores pudessem reaproveitar sem reescrever do zero a cada nova feature.
Isso definiu a arquitetura: padrões compartilhados, estados de carregamento explícitos em cada etapa do fluxo, e uma base que cresce com o time em vez de travar nele.
O que eu mediria
Em produção, acompanharia tempo médio para entregar uma feature nova com os componentes e taxa de reuso do sistema: métricas que guiaram a decisão de isolar padrões em vez de telas isoladas.